o pequeno almoço era sempre na mesa da cozinha, todos juntos e ali se falava de tudo e até dos ausentes, idos, consumidos pelas fatalidades a que a vida nos obriga sem senão nenhum, a voz de todos num fundo aberto para quintais de vizinhos que nos escutavam também. aquela alameda imensa quase nunca maisContinuar lendo “PSICOGRAFIA a encarnação dos andros”