Como surgiu o movimento existencialista

Nas primeiras décadas do século XX, o mundo estava em crise. A filosofia também. O mundo vivia a esperança de um mundo mais livre e mais justo, porém a descrença política e a idéia de história como progresso abalava a possibilidade da liberdade. As guerras, a revolução sexual, o anseio de liberdade dos povos oprimidos.Continuar lendo “Como surgiu o movimento existencialista”

Sobre as águas da vida o silêncio dói Cap. XV

XV Nem talvez o cigarro entre os dedos cansados suporte a viagem, sinto o cabelo nas brasas do vento e que voz entre nós a deflagrar a verdade que verdade meu Deus, fumo um canto evaporado e talvez cansado, um fumo nefrálgico a dissipar-se pela janela do jeep antigo onde que soldados a fumarem comigo,Continuar lendo “Sobre as águas da vida o silêncio dói Cap. XV”

Como que se me apetecesse inventar

Fui cásparo, indígena. Fui fim do mundo e mais, rato nas formigueiras a beber o salitre seco dos silêncios, dormi no chão dos infinitos e de tantos outros nadas, tantos foram as enzimas sobre a cabeça e o resto de mortais que não cabiam para mim. Fui catarato num beco ao fim da esquina ondeContinuar lendo “Como que se me apetecesse inventar”

Sobre as águas da vida o silêncio dói

XIV Ainda o ruído nesta calma aparente, a voz que me chama todos os dias e eu nesta caserna sem sono e que insónias, o pensamento em viagens permanentes como se de um goivo se tratasse, os albatrozes sobre as águas escorreitas deste rio imaginado sento-me na cama que me recebe, a voz de DeolindaContinuar lendo “Sobre as águas da vida o silêncio dói”

Personificação

A personificação, também chamada de prosopopeia ou animismo, é uma figura de linguagem, mais precisamente, uma figura de pensamento muito utilizada nos textos literários. Ela está diretamente relacionada com o significado (campo semântico) das palavras e corresponde ao efeito de “personificar”, ou seja, dar vida aos seres inanimados. A personificação é utilizada para atribuir sensações, sentimentos, comportamentos, características e/ou qualidades essencialmenteContinuar lendo “Personificação”

Viver no tempo errado

Um zunido de nada, essa onomatopeia num canto qualquer e contigo sou cerro. Imito-me talvez ao sonhar-te, este errante dispersar de cânticos, diziam os passarinhos da jaula mais longínqua do sol. (imito a tua sana sanção acredita. De que me serve?) Sento-me nesta sala dos comuns e observo as dicotomias do destino num descorrente deixaContinuar lendo “Viver no tempo errado”

Sobre as águas da vida o silêncio dói Cap. XIII

XIII Os olhos ainda abertos defecando a ilusão do tempo, as lezírias cantavam hinos sobre os alpendres de janelas da minha cidade, os santos populares desfilavam partilhados rua a baixo, onde são joão, São Pedro, e todos os outros acoplados na mística dos sonhos e sardinhas a acompanharem a tradição, uma carcaça aberta para receberContinuar lendo “Sobre as águas da vida o silêncio dói Cap. XIII”

A liberdade na filosofia existencial

O existencialismo surgiu numa Europa dilacerada por interesses antagônicos, onde o homem se sentia ameaçado em sua individualidade e em sua realidade concreta. Daí sua ênfase na solidão do indivíduo, na impossibilidade de encontrar a verdade por meio de uma decisão intelectual e no caráter irremediavelmente pessoal e subjetivo da vida humana. Denomina-se existencialismo uma série deContinuar lendo “A liberdade na filosofia existencial”

Susan Sontag

Crítica social e escritora norte-americana nascida em Nova York, uma das principais intelectuais americanas. Filha do comerciante Jack Rosenblatt, que morreu de tuberculose pulmonar (1938) e de Mildred, que casaria com o Capitão Nathan Sontag (1945), cresceu em Tucson, no Arizona e na adolescência mudou-se para Los Angeles, onde fez o colegial e (1948). UmContinuar lendo “Susan Sontag”

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