O que Simone e Sartre diriam da nossa geração?

O que podemos fazer com uma geração que sabe, que entende as forças que agem, as forças da exploração, da alienação, da manipulação, mas não ousa questionar. Antes! Prefere questionar o próprio conceito de ética, ou coerência, prefere aceitar a incoerência como condição da nossa época. Uma nova ética parece se estabelecer quando não seContinuar lendo “O que Simone e Sartre diriam da nossa geração?”

Linguagem literária

A linguagem literária apresenta algumas singularidades, entre elas a complexidade e a multissignificação, responsáveis por diferenciá-la da chamada linguagem não literária. Você sabe o que é linguagem literária? Existem, basicamente, dois grandes grupos de texto quando o assunto é a linguagem. Temos os chamados textos não literários e os chamados textos literários, que serão nossoContinuar lendo “Linguagem literária”

Que raio de barcos blasmos!

Calada só a noite. Às vezes. Ficam restos do espanto de desencanto da tarde e esses afugentam nuvens e vozes fazendo com que a gente se cale. Pergunto-me em ti: “falar de quê?” o sorvete da água parece sei lá. Uma espuma encardida no riacho lá do bairro, sei lá se verdade, coisa da minhaContinuar lendo “Que raio de barcos blasmos!”

Sobre As Águas Da Vida O Silêncio Dói

I Não há pressa para nada e de tempos em tempos o silêncio é necessário. Cada árvore, cada folha, um papel rasurado na mesa encostada ao caixote do lixo dizer besteiras com palavras tão profundas, hesito madrugada ainda e com a caneta na mão direita, qual computadores qual quê, as vozes rangem lá longe eContinuar lendo “Sobre As Águas Da Vida O Silêncio Dói”

Não nasci para ninguém

Sabes mãe, não havia nunca ter nascido. Sim, e como as memórias viajam de trás para a frente e frente para trás. Lembro-me ainda daquele túmulo cinzento, até da cor me lembro, com a minha fotografia à cabeceira.  Risos sei lá entre as lágrimas dos deuses que fugiam das nuvens que o momento inventava, sorriaContinuar lendo “Não nasci para ninguém”

Existencialismo

Nascido no século XIX, através das idéias do filósofo dinamarquês Kierkegaard, esta vertente filosófica e literária conheceu seu apogeu na década de 50, no pós-guerra, com os trabalhos de Heidegger e Jean-Paul Sartre. A contribuição mais importante desta escola é sua ênfase na responsabilidade do homem sobre seu destino e no seu livre-arbítrio. Para os existencialistas,Continuar lendo “Existencialismo”

Carta a um garimpeiro de sonhos

(a ti meu amigo Jaques) Sabes, tudo é volátil, acredita, até mesmo a tua ânsia de usurpo, esse clã dom de que te auto-apregoas magoa, mas a tua sensibilidade corrompida pela vaidade emagrece em cada esquina da caminhada. Acredito que possas ter percurso, quem sou eu para o definhar às tuas passadas de anjo soberboContinuar lendo “Carta a um garimpeiro de sonhos”

Linguagem não literária

Nós sabemos que um texto nada mais é do que um conjunto de palavras que formam sentidos, desde que essas palavras estejam relacionadas com um determinado contexto. O texto é um tecido — daí o nome — cujos fios são as palavras. Quando harmonicamente entrelaçadas, elas podem produzir efeitos de sentido e de significação. OsContinuar lendo “Linguagem não literária”

Quantos vinténs de nada?

Enche-me de tédio a algibeira do sonho. Acordo e desacordo sem o sacerdote, é chagada a hora do beijo sórdido no pranto dos cantos. Tantas vezes querendo pensar descubro-me na solidão de todos os resquícios que a viagem dos climas me caria transformando-me num campestre de cidades inculcadas nas veias vorazes com a cor ardenteContinuar lendo “Quantos vinténs de nada?”

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